sexta-feira, 27 de outubro de 2017

A.B.R.I.L - FLORINÓPOLIS

        Cel. Alberto Afonso,Cel. Ubirajara Anchieta,Cel. Roberto Rodrigues,Cel. Moisés Menezes

                           Cel. Alberto Afonso,Cel. Ubirajara Anchieta,Cel. Moisés Menezes


   No dia 4, a ACADEMIA BRIGADIANA DE LETRAS (ABRIL), dos Militares Estaduais do Rio Grande do Sul fez-se presente na solenidade comemorativa ao 5º aniversário da ACADEMIA DE LETRAS DOS MILITARES ESTADUAIS DE SANTA CATARINA (ALMESC), presidida pelo coronel Roberto Rodrigues de Menezes.
                 Na ocasião, o tenente-coronel Ademir Casanova tomou posse como membro efetivo da ALMESC, ocupando a Cadeira 31, cujo Patrono é o capitão João Batista Paiva.

                           Tomaram posse também como membros correspondentes da ALMESC o Acadêmico da ABRIL, coronel Ubirajara Anchieta Rodrigues e o capitão João Carlos Toledo Júnior, da Polícia Militar do Paraná.

                            Na solenidade foi imortalizado como Patrono da Cadeira 34, o coronel Zízimo Moreira, cujos familiares se fizeram presentes e foram homenageados.


                            A ABRIL foi representada pelo seu presidente coronel Alberto Afonso Landa Camargo e pelos Acadêmicos,   Ubirajara Anchieta Rodrigues e Moisés Silveira de Menezes, estando também representada a ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA BRIGADA MILITAR (AsOfBM) pelo coronel Marcos Paulo Beck.
                              Dessa união das academias de letras estaduais está nascendo a Academia Brasileira de Letras dos Militares Estaduais com provável solenidade de fundação e instalação prevista para o mês de maio de 2018 em Florianópolis.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

MOISÉS SILVEIRA DE MENEZES

                     

    Coronel RR da Brigada Militar, graduado em Letras Português/Espanhol, poeta, compositor, pesquisador. Nascido em Lavras do Sul, passou a infância e a adolescência entre os municípios de Tupanciretã, São Pedro do Sul e Quevedos, onde tem suas raízes afetivas, suas referências  de inspiração.
     É um poeta fiel às suas origens, telúrico e atávico, que escreve num estilo peculiar, criando imagens de campo e céu, fogo de chão e personagens habitantes de metáforas e realismos.Sua criatividade poética e literária foge do comum, busca o inigualável, com o preciosismo das palavras e o rebuscamento estético da forma.
                        Sua trajetória literária inclui, em 1985, Tapera da ilusão, mostrando ao mundo seu amor e respeito pela terra gaúcha e sua gente. Em 1989, publicou É fogo! Causos dos Bombeiros, em parceria com Gilberto Kröeff.Em 2000, incursiona novamente na seara poética, publicando: Imagens do Sul.
                    A sua obra Das margens do Nilo às barrancas do Uruguai – Uma viagem pela geografia do verso, ensaio histórico – poético, é, além de uma declaração de amor à longa caminhada do verso, desde o antigo Egito até os nossos dias, um marco na história da poesia do Rio Grande do Sul, sendo premiado no IV Bivaque da Poesia Gaúcha, de Campo Bom e obtendo aprovação, como tese, no plenário do Congresso Tradicionalista do MTG, em Santa Cruz do Sul, em 1998, quando veio a ser editado pela primeira vez. Já em 2006 teve sua 2ª edição, dentro do projeto “IGTF ANO 30”, produzido pela Nativismo Editora, com lançamento na Praça da Matriz, no centro de Porto Alegre.
                    Em 2011 editou Tupan-Cy-Retan – Face Missioneira, ensaio histórico que aborda a história missioneira com destaque a fatos e acontecimentos no território de Tupanciretã, com origem do nome e seus primeiros habitantes.
                   Em 2012 publicou Tupanciretã-Tempo de Inconfidências. Trata-se de uma obra de valor histórico. Uma coletânea composta de 105 textos e poesias, com foco na literatura oral da cidade de Tupanciretã e de seus cidadãos, através de narrativas de fatos pitorescos envolvendo personagens que construíram a história humana do município. Tal obra era aguardada com muita expectativa pela comunidade local e surgiu do projeto “Raízes de Tupanciretã”, protagonizado pela prefeitura municipal e secretaria de educação, através de reuniões para contação de estórias relatadas e protagonizadas por munícipes.                   Em 2015 lançou Peregrinas Inquietudes, uma obra diferenciada na seara da poesia Rio-Grandense, composta por 32 poemas singulares, avalizados por personalidades de renome no cenário literário e cultural, expressando, conforme suas visões, poemas pré-determinados.
     Ainda em dezembro desse ano editou pela Editora Rio das Letras, História do Jari, obra da qual é co-autor e organizador.Em julho de 2017 editou pela Editora Rio das Letras, SÃO PEDRO DO SUL-Perfis biográficos, obra em que é organizador e co-autor.       Jurado de eventos de música, poesia e arte declamatória. Membro efetivo da Estância da Poesia Crioula, da Casa do Poeta de Santa Maria, da Casa do Poeta de São Pedro do Sul e da Associação Cultural Zeca Blau de Quevedos. Integra a Academia Brigadiana de Letras onde ocupa a cadeira nº 31cujo patrono é Manoelito de Ornellas.Ocupa a cadeira Nº 30 na Academia Santa-mariense de Letras  da qual é patrono Manoelito de Ornellas.                          Sua atuação no campo da cultura e especialmente na seara literária tem produzido manifestações em forma de múltiplas homenagens, reconhecidamente merecidas, onde podemos citar: 
                        Em 2010, o título de primeiro Patrono da Feira do Livro de Tupanciretã.
                        Em 2011 recebeu a Medalha Mérito Cultural da APESP – Associação Pró Editoração à Segurança Pública, instituição a qual é sócio fundador.
                        Em 2013 foi o poeta homenageado na Sesmaria da Poesia Gaúcha, considerado por muitos artistas o maior festival de poesias do estado do Rio Grande do Sul.
                        Em 2016 foi o poeta agraciado com o maior número de premiações nos festivais poéticos realizados no estado, vindo a receber o Troféu Destaques dos Festivais, do Blog Ronda dos Festivais, que efetua o acompanhamento de todos os certames ocorridos.           Por ocasião do 61º Rodeio de Poetas Crioulos realizado em Santiago dias 24 e 25 de Junho de 2017 recebeu a Medalha Vargas Neto da Estância da Poesia Crioula em 2017, mais alta honraria da poesia regional do Rio Grande do Sul 
                   Sua produção literária têm recebido opiniões louváveis que atestam a sua credibilidade e criatividade como podemos observar nas palavras de Colmar Duarte:
                     “Nem todos são poetas, pintores ou músicos. Nem todos fazem poesia, nem todos compõem música, nem todos pintam telas. Mas conseguem vibrar na freqüência do autor, quando lêem quem escreve, escutam quem toca ou admiram uma tela de quem pinta. Pois existe uma linguagem da alma, indiferente a credos, a tempos a nacionalidades.                       Moisés Menezes usa essa linguagem para transmitir em sua poesia, a um tempo, a sonoridade e os matizes que imprimem cadência e colorido a seus textos e o conteúdo profundo do sentimento que identifica o homem em qualquer lugar do planeta”          Sua obra poética nativista está reunida em parte nos CDs Imagens do Sul e Poemas & Canções, no qual estão registrados poemas e músicas finalistas de festivais, interpretados por algumas das mais importantes vozes da arte declamatória e do canto do sul do país.Integra o Grupo 15 RENASCIDOS que edita a revista CAOSÓTICA, revista literária de circulação trimestral, já em sua octogésima edição.Para o futuro próximo prepara as seguintes obras:

                 -Tupanciretã –Tempo de Guerra
                 -Diários do Coronel
                 -Quevedos –Sua História Sua gente(História)
                  -São Pedro do Sul Primitivo
                 -A Solidão da Palavra (poesia de temática urbana)
                 -Canção de Andar em Silêncio (CD)


           

 email: moisesmenezes@gmail

sexta-feira, 30 de junho de 2017

61º RODEIO DE POETAS CRIOULOS-MEDALHA VARGAS NETO

Textos –Candido Brasil
Fotos- Marilene Huff
Apresentação-Paulo de Freitas Mendonça









MOISÉS SILVEIRA DE MENEZES
AUTO RETRATO
Sempre tive esse rosto de hoje
Nostálgico
Impessoal
Tristonho
Olhos no longe
Mãos calejadas
Rito amargo nos lábios.
Jamais tive meu rosto de ontem
Sempre fui
Bem assim como sou
Coração já cansado
De andar por aí.
Não sei em que espelhos
Andei a mirar
O meu rosto de ontem.
Não sei quais espelhos
Esconderam de mim
O meu rosto de agora.
Por ocasião do 61º Rodeio de Poetas Crioulos realizado em Santiago dias 24 e 25 de Junho do corrente, evento organizado pela estância da Poesia crioula e Academia Santiaguense de Letras foi concedia a Medalha Vargas Neto ao Poeta Moisés Silveira e Menezes que foi um dos palestrantes do concorrido encontro que teve a participação de varias entidades culturais do estado com destaque para os organizadores e para a Academia Santa-mariense de Letras.
A medalha Vargas Neto,mais alta honraria da poesia regional do Rio Grande do Sul também foi concedida in memória ao Poeta Zeca Blau natural de Quevedos,cuja obra mais conhecida e admirada,Estância do abandono de dona Brasília Comarca, foi editada em são Pedro do sul na Tipografia do Comércio em 1933.
Moisés Silveira de Menezes nasceu em Lavras do Sul, a 28 de julho de 1954. Filho de Dari Dias de Menezes e Solomita Silveira de Menezes.Muito cedo mudou pata Tupanciretã onde cursou os primeiros anos escolares e posteriormente estudou na capital, onde, em 1976, concluiu a Academia de Polícia Militar.
Viveu a infância e adolescência na terrunha trindade dos municípios de Tupanciretã, São Pedro do Sul e Quevedos, onde têm suas raízes afetivas e fontes perenes de inspiração.
Moisés Silveira de Menezes é graduado em Letras, Português/Espanhol, poeta, compositor e pesquisador, tendo iniciado suas atividades literárias no Grupo Ronda, em 1983.
Coronel da reserva da Brigada Militar, com atuação destacada na área profissional e cultural, onde desempenhou o cargo de diretor cultural do Farrapos, Clube dos Oficiais da Brigada Militar.
membro efetivo da Estância da Poesia Crioula, da Casa do Poeta Rio-Grandense, do Grêmio Literário castro Alves, da Casa do Poeta de Santa Maria, da Casa do Poeta de São Pedro do Sul e da Associação Cultural Zeca Blau, de Quevedos .Em 24 de agosto de 2016 tomou posse na Academia Brigadiana de Letras, onde ocupa a cadeira nº 31, cujo Patrono é Manoelito de Ornellas.
Moisés Silveira de Menezes integra o “Grupo 15 Renascidos” que edita a revista Caosótica, veículo literário de circulação trimestral, que já ultrapassou a septuagésima edição.
É um poeta fiel às suas origens, telúrico e atávico, que escreve num estilo peculiar, criando imagens de campo e céu, fogo de chão e personagens habitantes de metáforas e realismos.
Sua criatividade poética e literária foge do comum, busca o inigualável, com o preciosismo das palavras e o rebuscamento estético da forma.
Sua trajetória literária inclui, em 1985, Tapera da ilusão, mostrando ao mundo seu amor e respeito pela terra gaúcha e sua gente.
Em 1989, publicou É fogo! Causos dos Bombeiros, em parceria com Gilberto Kröeff.
Em 2000, incursiona novamente na seara poética, publicando: Imagens do Sul.
A sua obra Das margens do Nilo às barrancas do Uruguai – Uma viagem pela geografia do verso, ensaio histórico – poético, é, além de uma declaração de amor à longa caminhada do verso, desde o antigo Egito até os nossos dias, um marco na história da poesia do Rio Grande do Sul, sendo premiado no IV Bivaque da Poesia Gaúcha, de Campo Bom e obtendo aprovação, como tese, no plenário do Congresso Tradicionalista do MTG, em Santa Cruz do Sul, em 1998, quando veio a ser editado pela primeira vez. Já em 2006 teve sua 2ª edição, dentro do projeto “IGTF ANO 30”, produzido pela Nativismo Editora, com lançamento na Praça da Matriz, no centro de Porto Alegre.
Em 2011 editou Tupan-Cy-Retan – Face Missioneira, ensaio histórico que aborda a história missioneira com destaque a fatos e acontecimentos no território de Tupanciretã, com origem do nome e seus primeiros habitantes.
Em 2012 publicou Tupanciretã-Tempo de Inconfidências. Trata-se de uma obra de valor histórico. Uma coletânea composta de 105 textos e poesias, com foco na literatura oral da cidade de Tupanciretã e de seus cidadãos, através de narrativas de fatos pitorescos envolvendo personagens que construíram a história humana do município. Tal obra era aguardada com muita expectativa pela comunidade local e surgiu do projeto “Raízes de Tupanciretã”, protagonizado pela prefeitura municipal e secretaria de educação, através de reuniões para contação de estórias relatadas e protagonizadas por munícipes.
Em 2015 lançou Peregrinas Inquietudes, uma obra diferenciada na seara da poesia Rio-Grandense, composta por 32 poemas singulares, avalizados por personalidades de renome no cenário literário e cultural, expressando, conforme suas visões, poemas pré-determinados.
E é desta forma que apresentamos excertos de algumas análises a respeito de seus poemas, como:
Do Presidente da Estância da Poesia Crioula, poeta Ubirajara Anchieta: “O poeta mergulha no sonho para acordar o poema”.
Do Poeta Léo Ribeiro de Souza: “Sempre admirei a versatilidade poética de Moisés Menezes porque andeja do versejar terrunho e galponeiro ao cantar mais despojado, contemporâneo e de rima livre, com a mesma facilidade e domínio da situação. Vai do galpão à casa grande sem perder o telurismo”.
Do desenhista e escritor da Academia Santa-Mariense de Letras Jorge Ubiratã da Silva Lopes, o Byrata: “Moisés Menezes é muito mais que um poeta”.
Da Professora, Mestre em teoria literária, Letícia Raimundi Ferreira: “Moisés é poeta, encontra na palavra um instrumento de prazer e de conhecimento”.
Do professor literaturas vernáculas da UFSM, Pedro Brum Santos: “A poesia de Moisés Silveira de Menezes, cujo compromisso telúrico é freqüentemente afirmado, seja na apurada seleção do vocabulário regional, seja no recorte de assuntos e motivos, desliza com naturalidade para o sentimento de lugar, de onde as imagens concorrem para resgatar as vivências do poeta entre seus semelhantes”.
Pois este poeta venerado e valorizado, participa ativamente de eventos culturais no mapa do Rio Grande do Sul, seja como jurado em festivais de música, poesia e arte declamatória ou como compositor e poeta, proporcionando a cantores e poetas o encantamento e o enriquecimento artístico.
Além de poeta e compositor, é um pesquisador profundo, atento a cada pormenor que envolve seu tema de estudo, como revelam os trabalhos publicados e as conferências realizadas para plateias distintas.
Ser de mente inquieta e plena de criatividade, Moisés Silveira de Menezes tem magníficos trabalhos elaborados que estão no prelo e em breve ao alcance dos leitores, como:Tupan-Cy-Retan-Tempo de Guerra:Diários do Coronel: Quevedos – Sua História, Sua Gente – obra literária de linha histórica; A Solidão da Palavra - Poesia de temática urbana; Canção de Andar em Silêncio, CD.
Em sua trajetória cultural este artista genuíno e diferenciado tem desenvolvido parcerias que geraram poemas gravados e musicados por alguns dos nomes mais expressivos do cenário musical gaúcho e premiações nos certames mais consagrados do calendário cultural poético e musical do estado.
Sua atuação no campo da cultura e especialmente na seara literária, tem produzido manifestações em forma de múltiplas homenagens, reconhecidamente merecidas, onde podemos citar:
Em 2010, o título de primeiro Patrono da Feira do Livro de Tupanciretã.
Em 2011 recebeu a Medalha Mérito Cultural da APESP – Associação Pró Editoração à Segurança Pública, instituição a qual é sócio fundador.
Em 2013 foi o poeta homenageado na Sesmaria da Poesia Gaúcha, considerado por muitos artistas o maior festival de poesias do estado do Rio Grande do Sul.
Em 2016 foi o poeta agraciado com o maior número de premiações nos festivais poéticos realizados no estado, vindo a receber o Troféu Destaques dos Festivais, do Blog Ronda dos Festivais, que efetua o acompanhamento de todos os certames ocorridos.
Suas produções literárias têm recebido opiniões louváveis que atestam a sua credibilidade e criatividade como podemos observar nas palavras de Colmar Duarte: “Nem todos são poetas, pintores ou músicos. Nem todos fazem poesia, nem todos compõem música, nem todos pintam telas. Mas conseguem vibrar na freqüência do autor, quando lêem quem escreve, escutam quem toca ou admiram uma tela de quem pinta. Pois existe uma linguagem da alma, indiferente a credos, a tempos a nacionalidades.
Moisés Menezes usa essa linguagem para transmitir em sua poesia, a um tempo, a sonoridade e os matizes que imprimem cadência e colorido a seus textos e o conteúdo profundo do sentimento que identifica o homem em qualquer lugar do planeta”.
De Joaquim Moncks, membro efetivo da Estância da Poesia Crioula e da Academia Rio-Grandense de Letras ,algumas de suas palavras:
“... Moisés Menezes, bom e antigo amigo: escritor, poeta e compositor. Homem multifacetado, com uma bonomia capaz de chamar a atenção dos que circulam em nosso meio literário-associativo e nos festivais de poesia e música por esse Rio Grande de Deus e alhures...
A reminiscência pastoril está vivificada no poeta Menezes e sua saga, porém é o pastor de ideias, o campeador lírico em seu território:
Depois a paz nas Campinas
Nos setembros, remembranças
Tiros de laços, ginetes
Crioulos potros levitam
Por sobre as flores dos pastos.
A face linda do poema
Que vem sorrir feiticeira
Na moldura da janela.
Moisés Silveira de Menezes desenvolve seus projetos literários, culturais e sociais, junto à Casa do Poeta de São Pedro do Sul e também na Augusta e Respeitável Loja Maçônica “Remanso”, germinando ideias e compondo paisagens, buscando relíquias nos campos da pesquisa e peregrinando inquietudes para nos brindar com obras enriquecedoras para os olhos e a alma.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

ACADEMIA BRIGADIANA DE LETRAS



Na data de ontem, 24 de novembro, a ACADEMIA BRIGADIANA DE LETRAS deu posse a oito novos acadêmicos:
- Alberto Rosa Rodrigues, Cadeira nº. 7, cujo Patrono é Affonso Emílio Massot
- Armando Pereira de Mendonça, Cadeira nº. 12, cujo Patrono é Herito Lopes Sobrinho;
- Bento Matuzalem de Vasconcelos, Cadeira nº. 29, cujo Patrono é Aureliano de Figueiredo Pinto;
- Charles Netto, Cadeira nº. 25, cujo Patrono é Otacílio de Moura Escobar;
- Daniel da Silva Adriano, Cadeira nº. 6, cujo Patrono é Aldo Ladeira Ribeiro;
- Jerônimo Carlos Santos Braga, Cadeira nº. 9, cujo Patrono é João Aldo Danesi;
- Moisés Silveira de Menezes, Cadeira nº. 31, cujo Patrono é Manoelito de Ornellas;
- Ubirajara Anchieta Rodrigues, Cadeira nº. 11, cujo Patrono é José Luiz da Silveira;
- Armando Pereira de Mendonça, Cadeira nº. 12, cujo Patrono é Herito Lopes Sobrinho;
- Bento Matuzalem de Vasconcelos, Cadeira nº. 29, cujo Patrono é Aureliano de Figueiredo Pinto;
- Charles Netto, Cadeira nº. 25, cujo Patrono é Otacílio de Moura Escobar;
- Daniel da Silva Adriano, Cadeira nº. 6, cujo Patrono é Aldo Ladeira Ribeiro;
- Jerônimo Carlos Santos Braga, Cadeira nº. 9, cujo Patrono é João Aldo Danesi;
- Moisés Silveira de Menezes, Cadeira nº. 31, cujo Patrono é Manoelito de Ornellas;
- Ubirajara Anchieta Rodrigues, Cadeira nº. 11, cujo Patrono é José Luiz da Silveira;
A solenidade contou com a presença do Exmo. Sr. Comandante-geral da Brigada Militar, Coronel Alfeu Freitas Moreira e do Subcomandante Coronel Andreis Sílvio Dal'Lago.
Atualmente presidida pelo Acadêmico Alberto Afonso Landa Camargo, que ocupa a Cadeira nº. 1, cujo Patrono é José Hilário Retamozo, a ACADEMIA BRIGADIANA DE LETRAS foi fundada em 21 de abril de 2006, consumando o sonho do seu Patrono Perpétuo JOSÉ HILÁRIO RETAMOZO, que, infelizmente, não pode ver esta intenção consumada em razão do seu precoce falecimento.
Foi na referida data, que se reuniram seus fundadores, Vanderlei Martins Pinheiro, Luis Antônio Velasquez, Délbio Ferreira Vieira, Pércio Brasil Álvares, Cláudio Medeiros Bayerle e Alberto Afonso Landa Camargo, para finalmente ver realizado o sonho do insigne Poeta JOSÉ HILÁRIO RETAMOZO, para ser hoje um marco nas letras e outras artes do Rio Grande do Sul, sem nunca abandonar suas raízes Brigadianas.
Parabéns aos novos Acadêmicos que engrandecem a nossa cultura! Parabém á ACADEMIA BRIGADIANA DE LETRAS, que a partir de ontem está mais engrandecida pela presença destes novos Acadêmicos, autores de grande significação para as letras Brigadianas!
       
        

          MANOELITO DE ORNELLAS PATRONO DA CADEIRA 31

Nasceu Manoelito de Ornellas em 1903, o penúltimo filho de uma prole de sete, em ltaqui, às margens do rio Uruguai, Rio Grande do Sul, no dia 17 de fevereiro. Seus pais são Manoel Pedro de Ornellas, descendente de portugueses da ilha da Madeira, e Anna Guglielmi, de ascendência italiana e francesa, nascida no Uruguai. 
1922- Muda-se, com a família, para Tupanciretã, região do Planalto Médio. 
1928 - Publica pela Emp. Gráfica Ltda., de São Paulo, seu primeiro livro: Rodeio de Estrelas, poesias. 
1930 - Publica o livro de poesias, Arco Íris, pela Livraria do Globo, e Dois Discursos, pela mesma editora. 
1931- Casa-se com Lucy Pinto de Ornellas, prima de Aureliano e José Figueiredo Pinto, amigos de Manoelito. 
1932- Nasce Lília Pinto de Ornellas a única filha do casal. 
1934 -Muda-se, com a família, para Santa Maria. Publica pela São Paulo Editora uma monografia sobre a historia da região missioneira do Estado, Tupay-cy-retã, trabalho que rende, ao autor, uma cadeira de membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul. 
1935- Muda-se, com a família, para Porto Alegre. 
1938-  Publica seu primeiro livro de ensaios, Vozes de Ariel, pela Globo. 
1940 - Publica Tradições e símbolos. É agraciado com a Medalha de Prata do 50º aniversário da Proclamação da República, em 20 de maio. 
1943 Publica, com êxito total de crítica, o livro de ensaios Símbolos Bárbaros pela Livraria do Globo. Mais tarde lança O Brasil nos Destinos da América. 
1944 - lnicia uma campanha, por todo o território sul-rio-grandense, pela volta ao regime democrático. Profere conferências e lança o estudo Caminhos originais do Brasil. 
1948 - Publica, pela Editora Globo, o romance histórico Tiaraju. Também sai Gaúchos e Beduínos - a origem étnica e a formação social do Rio Grande do Sul, pela José Olympio, além do ensaio Uma viagem pela Literatura do Rio Grande do Sul, separata da Revista Atlântico, de Lisboa. Traduz e prefacia o romance Ariadne, de Claude Anet, e Tabaré, o poema de Juan Zorrilla de San Martín. 
1952- Lança pela editora Arte no Rio Grande A Filigrana Árabe nas Tradições Gaúchas. 
1954- Publica O Rio Grande do Sul Tradicionalista e Brasileiro e Cadernos de Portugal e Espanha. 
1955 - Edita, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, A Poesia Crioula na Sátira Política.
1956 - Publica A Gênese do Gaucho Brasileiro - Cadernos de Cultura, pelo Ministério de Educação e Cultura. 
1957 - Lança Uma Viagem pela Literatura do Rio Grande do Sul, reedição da Revista Vértice de Lisboa.
1960 - Publica o livro A Cruz e o Alfange pela editora Progresso de Salvador, Bahia.
1964 -  Edita, em plaqueta, a monografia Bolívar Escritor e Tardes e Noites Brasileiras de Cultura.
1965 - Lança Máscaras e Murais de Minha Terra editado pela Livraria do Globo. 
1967 - Publica, pela EDART, de São Pauto, Um Bandeirante da Toscana. 

1969 - Edita, pela Livraria Sulina, Terra Xucra, livro de memórias que formaria uma trilogia com Mormaço e Estuário, este inacabado. Os amigos e intelectuais de São Paulo promovem um lançamento especial para Terra Xucra, em junho, época que Manoelito pronunciou várias conferências. No dia 8 de julho, morre o escritor que dedicou sua vida e obra ás causas da terra onde nasceu.       


                 MOISÉS SILVEIRA DE MENEZES -TITULAR DA CADEIRA 31

  

MOISÉS SILVEIRA DE MENEZES

Coronel RR da Brigada Militar, graduado em Letras Português/Espanhol, poeta, compositor, pesquisador. Nascido em Lavras do Sul, passou a infância e a adolescência entre os municípios de Tupanciretã, São Pedro do Sul e Quevedos, onde tem suas raízes afetivas, suas cacimbas de inspiração. Apaixonado pela terra e gente da Pampa Larga, publicou TAPERA DA ILUSÃO, 1985; em 1989 É FOGO! CAUSOS DOS BOMBEIROS, em parceria com Gilberto Kröeff; IMAGENS DO SUL, 2000, poesia. O seu trabalho Das Margens do Nilo às Barrancas do Uruguai- Uma Viagem Pela Geografia Do Verso, ensaio histórico – poético, é uma declaração de amor à longa caminhada do verso, desde o antigo Egito até os nossos dias, premiado no IV Bivaque da Poesia Gaúcha, de Campo Bom, obteve aprovação como tese no plenário do Congresso Tradicionalista do MGT, em Santa Cruz do Sul, em 1998. Neste mesmo ano editou-se a obra, que em 2006 teve sua 2ª edição, dentro do projeto “IGTF ANO 30”, produzido pela Nativismo Editora. Em 2011 editou Tupan-Cy-Retan –Face Missioneira ensaio histórico enfocando a cidade de Tupanciretã no contexto missioneiro.
Em 2012 publicou Tupanciretã Tempo de (In)Confidências obra que contém relatos pitorescos fruto de várias rodadas de contação de causos promovias pela Prefeitura Municipal daquela cidade.
Em 2015 editou Peregrinas Inquietudes-Poesia obra que tem obtido uma excelente repercussão quer da crítica especializada, quer do público leitor.
Ainda em dezembro desse ano prepara História do Jari, obra da qual é coautor e organizador.
Jurado de eventos de música, poesia e arte declamatória. Membro efetivo da Estância da Poesia Crioula, da Casa do Poeta de Santa Maria, da Casa do Poeta de São Pedro do Sul e da Associação Cultural Zeca Blau de Quevedos. Sua obra poética nativista está reunida em parte nos CDs Imagens do Sul e Poemas & Canções, no qual estão registrados poemas e músicas finalistas de festivais, interpretados por algumas das mais importantes vozes da arte declamatória e do canto do sul do país.
Integra o Grupo 15 RENASCIDOS que edita a revista CAOSÓTICA, revista literária de circulação trimestral, já em sua sexagésima edição.
Para o futuro próximo prepara as seguintes obras:

                 -Tupanciretã –Tempo de Guerra
                 -Diários do Coronel
                 -Quevedos –Sua História Sua gente(História)
                  -São Pedro do Sul Primitivo
                 -A Solidão da Palavra (poesia de temática urbana)
                 -Canção de Andar em Silêncio (CD)
           
 email: moisesmenezes@gmail.com                

terça-feira, 8 de novembro de 2016

3ª TERTÚLIA DA POESIA GAÚCHA -PREMIAÇÃO

                               
                                               MOISÉS SILVEIRA DE MENEZES
 PAULO RICARDO FUCHINA DOS SANTOS-HENRIQUE ARBOITTE TORREL DE BAIL


 HENRIQUE ARBOITTE TORREL DE BAIL


 PAULO RICARDO FUCHINA DOS SANTOS-HENRIQUE ARBOITTE TORREL DE BAIL
 SANDRA REBELATO - MOISÉS MENEZES - PAULO RICARDO FUCHINA DOS SANTOS
                                            FABRICIO VARGAS - MOISÉS MENEZES

                        A 3ª Tertúlia da Poesia ocorrida na noite de sábado -05 de novembro- lotou o Teatro 13 de maio em Santa Maria e recebeu a inscrição de 221 trabalhos de poetas de diversas partes do Brasil e países vizinhos. Os trabalhos foram avaliados atentamente pela Comissão Avaliadora, que escolheu 11 poemas para a disputa. Para a Tertúlia Piá, em sua primeira edição, firam inscritos 32 trabalhos de altíssimo nível, dos quais foram escolhidos quatro para representar a nova geração da poesia crioula do RS.
                           A Comissão Avaliadora foi formada pelos experientes e conceituados Sebastião Teixeira Correa(poeta), Luis Lopes de Souza(poeta) e Romeu Weber(declamador).                         O diferencial dessa terceira edição foi a 1ª Tertúlia Piá que selecionou quatro declamadores mirins para ao final de suas apresentações serem agraciados com os troféus Chico Scaramussa, Xurí Vasseur, Carlinhos Lima e Osvaldo Caetano. Ao final das declamações da Tertúlia da Poesia ,após o aplaudidíssimo showde Jean Kirchoff, foram premiados os três melhores nas seguintes categorias: Melhor Amadrinhador, Melhor Intérprete, Melhor Poema e o Prêmio Geral, que levou em conta o conjunto apresentado no palco.                           A secretária Marilia Chartune que desde sempre mostru-se uma fã incondicional do festival destacou a beleza das apresentações e a competente produção do evento : " Hoje vemos o tradicionalismo se renovando, ganhando força e mais uma veia da cultura que Santa Maria tem .Tivemos poemas de qualidade e um grande número de inscritos, isso atesta a necessidade da Tertúlia da Poesia. Quero parabenizar os artistas que se apresentaram com tamanho talento. Parabenizo também a equipe da secretaria de Cultura pelo trabalho maravilhoso. Unidos a gente consegue fazer tudo pela cultura da cidade”.

                 RESULTADO FINAL DA 3ª TERTÚLIA DA POESIA

Amadrinhador

1º - Zulmar Benitez (Poema Reflexões - Caine Teixeira Garcia- Bagé/RS)  2º - Douglas Diehl Dias e Douglas Mendes (Poema Sinal da Cruz - Anderson Fonseca- Encruzilhada do Sul/RS)
3º - Giuliano Lanes e Gisa Lanes (Poema Prefácio em 3 Sonetos - Delci José Oliveira-Pinheiro Machado/RS)


Declamador


1º - Paulo Ricardo Fuchina dos Santos (Poema Se for falar de Saudade - Moisés Silveira de Menezes - São Pedro do Sul/RS)
2º - Liliana Cardoso Duarte (Poema Palavra Adriano Alves – Campo Grande/MS)
3º - Aline Martins de Linhares (Poema Paixão e Pedra Carlos Omar Villela Gomes- São Vicente do Sul/RS) 
Poema


1º - Paixão e Pedra - Carlos Omar Villela Gomes- São Vicente do Sul/RS
2º - Se for falar de Saudade- Moisés Silveira de Menezes - São Pedro do Sul/RS
3º - Palavra - Adriano Alves – Campo Grande/MS
 Conjunto de Palco1º - Paixão e Pedra - Carlos Omar Villela Gomes- São Vicente do Sul/RS
2º - Se for falar de Saudade - Moisés Silveira de Menezes - São Pedro do Sul/RS
3º - Palavra - Adriano Alves – Campo Grande/MS

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A LITURGIA DO CARGO

                                          
                          Segundo o escritor e filólogo Umberto Eco, crítico do papel das novas tecnologias na disseminação de informações, em opinião manifestada quando da outorga do título de doutor Honoris Causa em comunicação e cultura na Universidade de Turim(11-06-2015): 

            "Normalmente, eles (os imbecis) eram imediatamente calados, mas agora eles têm o mesmo direito à palavra de um Prêmio Nobel".

                         Para ele, a TV fez com que o “idiota da aldeia” se sentisse em um patamar superior, e a Internet elevou ainda mais essa situação.
Antes das redes sociais, os “idiotas da aldeia’’ tinham direito à palavra "em um bar e depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a coletividade". ''O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade".
                       Trago a opinião do conceituado escritor porque quero refletir sobre a ideia da liturgia do cargo que foi popularizada pelo ex-presidente José Sarney no primeiro semestre do ano de 1985, quando recém empossado Presidente da República, ao ser flagrado por repórteres e fotógrafos saindo do palácio presidencial ao volante do seu carro particular, num final de semana, indo para a sua propriedade, o sítio de São José do Pericumã, acompanhado da esposa Dona Marli Sarney.
                      Indagado sobre aquele fato inusitado, um Presidente da República dirigindo seu próprio automóvel, Sarney respondeu, sem jeito e meio constrangido, que esperava não estar violando a liturgia do cargo. Despediu-se dos profissionais da imprensa, engatou a primeira e foi embora pra sua fazenda, seguido por um batalhão de jornalistas.
                     A expressão “liturgia do cargo” é muito adequada para expressar o comportamento que se espera de ocupantes de cargos público e, assim como a ética, deveria ser um conceito natural, de fácil percepção e de entendimento pacifico por quem recebe a missão de representar ou conduzir os demais cidadãos. Sobranceiramente, é a consciência do significado de se ocupar uma posição de destaque, de representatividade, de mando, de responsabilidade, uma delegação social.
                        Mas assim como não tem a noção do conceito de ética, alguns desses afortunados detentores de posições relevantes (eleitos ou concursados) na estrutura pública nos seus três níveis (em seus vários escalões), também são levados a ter uma visão toda particular do que seja a “liturgia do cargo”. Confundem esse conceito (muito pela deficiência sociocultural e moral que a grande maioria é portadora) como sendo as condições materiais e posições sociais que lhes são alcançadas pelo contribuinte (nós todos pagadores da conta) e colocadas à disposição para exibir suas façanhas nada edificantes.
                   Faço essas colocações porque nesses dias que antecedem as eleições para prefeitos (as) e vereadores (as) o eleitor tem que decidir e escolher pelo melhor nesse emaranhado de opiniões, promessas e acusações. Alguns (mas) só acusam porque lhes falta obra, lhes falta história, lhes falecem propostas e objetivos claros e honestos. As redes sociais estão saturadas de campanha política e em alguns casos (não poucos), candidatos e apoiadores (as),inclusive é facilmente observável, apoiador (a),mentor(a) que monopoliza a candidatura do(a) afilhado (a) e aí o ridículo não tem limites).
                São fotos desmazeladas, debochadas (o deboche pode ser arte, mas tem que ter cultura pra isso),acusações infundadas, inversão de palavras, de atos, de atitudes enfim tudo o que mentes doentias são capazes de produzir dentro dessa afirmação (repito) de Humberto Eco:

                                 - Antes das redes sociais, os ‘’idiotas da aldeia’’ tinham direito à palavra "em um bar e depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a coletividade". ''O drama da Internet é que ela promoveu o idiota da aldeia a portador da verdade".

                  Diante desse quadro dantesco, miserável (não conheço nada mais violento e miserável que a pobreza espiritual – falência múltipla das virtudes–) convido o leitor a pensar:
a) Não ficas com vergonha de teu (tua) eleito (a) ou do (a) postulante a um cargo a partir de procuração plena por ti outorgada nas urnas, quando o (a) flagras de quatro pelos bochichos, antros de jogatina ou outros lugares de ajuntamento de público arrastando sua pequenez, nunca o (a) encontrando em um lugar de frequência e de convivência mais civilizada?
b) O que pensas da tua escolha quando entras na página pessoal que o (a) distinto (a) eleito (a) ou candidato (a) mantém nas redes sociais e te deparas com a imagem de que fazias do (a) mesmo (a) se desfazendo ou se putrefazendo em postagens escabrosas, tenebrosas, doentias?
(c) Que dizes quando teu (tua) escolhido (a) calunia, injuria, acusa sem provas, não respeitando credo cor, sexo, doença, familiares, transformando o cenário eleitoral numa encenação reles, bem adequada a sua biografia desprovida de valores e princípios que devem nortear quem pleiteia nosso aval, para nos representar e administrar nossas aspirações e a coisa pública que é de todos e para todos?
d) Claro que já te arrependeste do teu voto (já aconteceu comigo e não foi somente uma vez), então verifica quem o (a) causador (a) do teu arrependimento, da tua frustração, da tua tristeza, está apoiando nesta eleição. Assim, vamos dirigir a arma certeira do nosso voto (temos autoridade moral para decidir), somos donos do nosso destino para escolher alguém mais adequado ao nosso comportamento e aos nossos anseios. Vamos votar pelo futuro que queremos para nossos filhos e netos, de forma que se orgulhem por não termos sido omissos na hora de decidir o que é melhor para um tempo novo e digno, por decidirmos com serenidade e firmeza por um porvir mais humano. Vamos decidir de forma que as nossas ações e escolhas não venham macular o legado de nossos antepassados, nem comprometer o futuro de nossos descendentes.
                   Feitas estas considerações, proponho: – Não vamos esperar uma estrita “liturgia do cargo” ao escolher nosso (a) candidato (a), pois é penoso para muitos (as).Vamos exigir só uma postura adequada à função pública.Vamos exigir apenas respeito e conduta ilibada. Só isso!!!



domingo, 18 de setembro de 2016

EM CAMPANHA




                                    Tempos de campanha política, de quatro em quatro anos abre-se a Caixa de Pandora e todas as desgraças saem a campo, para barafundar as idéias daqueles que tentam escolher, entre todas as opções, uma ao menos que seja do bem e de bem, tarefa difícil que exige muito cuidado e atenção nas caras que se apresentam e no que dizem, mas se focalizarmos devidamente, todos tem uma história que é suficiente para nossa análise e outros (as) nem história tem e se tem esta não recomenda e então o que parecia difícil já fica mais fácil.
                                     Era uma festa dessas que ocorrem uma ou duas vezes por ano no mesmo lugar, promovida pela mesma entidade e que convencionamos chamar de “comunitária”.Tudo corria bem mas de repente apareceram os políticos na caça do voto dos incautos,uns são habituais dessas festas outros só aparecem em época de campanha e aí podemos observar algumas barbaridades.
                          Uma senhora sem tradição política, sem história, sem eira nem beira, de repente viu-se candidata e apareceu numa dessas festas.  Lá pelas tantas resolveu fazer um périplo pelas mesas atrapalhando a conversa e a refeição das pessoas na “infrutífera busca do voto” e muito mais para mostrar-se candidata, já que mais nada tinha para mostrar .Obviamente, como ideias nunca teve, não tem e não terá,para  justificar a candidatura e a parceria,começou a falar de lunáticas e visionárias perseguições e mais um rosário de bobagens que costumam  falar “os perseguidos” (essa no caso sofre da perseguição natural de ser ela mesmo) e logicamente como não tem cérebro,argumento,historicidade(cabeça vazia,despreparada) resolveu assacar algumas injurias,calunias contra uma ou duas pessoas, de extrato moral e social muito mais elevado,até que um dos interlocutores que a incauta e maleva senhora não conhecia bem lhe obstou:
                           -“ A Senhora está falando mal da minha tia e isso eu não admito!!!”
                         A cara de bestunta (cara natural) que a dita fez e uns resmungos de desculpas compõem um momento único, impagável, a consagração de quem viu e ouviu, afinal não é todo dia que se presencia uma torpe figura, uma malabruja conhecida e definida entrar numa fria  dessas até porque destilava seu veneno,sua pequenez,sua falta de caráter contra pessoa honrada,limpa,competente,decente com biografia respeitada e comprovada.Assacava sua desfaçatez contra figura diametralmente oposta à sua exatamente como a treva tenta se antepor à luz!
                           Quem tem dignidade fala pelos seus atos e não precisa se defender de ataques de gente que vem e vai para o submundo ao qual se destinam os pobres de espírito, os maus, gente baixa, sem ética, sem nem um traço na trajetória que os recomende. Quem tem dignidade tem quem lhe defenda sem que precise pedir, diferente de quem chafurda na lama política, por cargos, por ascensão social, por visibilidade quando já se fez visível até demais por protagonizar uma caminhada nada edificante.
                           Ao eleitor cabe discernir quando está diante de um(a) chibungo(a)um (a) safado(a), uma imundície rastaquera que não tem o que propor além de culpar outros pelo fracasso de vida que ela mesmo construiu mercê de sua própria incompetência, de sua própria inaptidão, da sua falta de  estofo para um convívio sociocultural mais elevado que requer o trato da “coisa pública”.

                            Assim como essa “senhora” andam muitos por aí tentando esbulhar seu voto com chicanas de todo tipo, e assim, como aqueles que foram atacados injustamente e criminosamente  por ela outros e talvez o(a) senhor(a) caro(a) leitor(a)também esteja sendo agredido sem saber porque desde muito tempo sabemos da inveja que a árvore seca tem das árvores que florescem e frutificam.